Acontecimentos

Chevette “tubarão” era uma das grandes paixões de Eugênio

Eugênio Nunes de Oliveira, de 80 anos, morreu na tarde desta última sexta-feira, após bater o carro em uma árvore, no Corredor Zanette

Carro teria descido a rua em ponto morto

Na tarde desta última sexta-feira, 29, Eugênio Nunes de Oliveira, de 80 anos, bateu seu Chevette “tubarão” cor vermelha em uma árvore, quando descia o Corredor Zanette, nas proximidades da esquina com a Travessa Ibarama, no Bairro Esmeralda, em Santa Cruz do Sul. Conforme moradores das redondezas, o carro de Eugênio teria apagado e ele desceu a via em ponto morto. Ao atingir uma velocidade maior, o motorista teria perdido o controle após desviar de um veículo que vinha na direção oposta. Em seguida, bateu.

Ele deixou enlutados a esposa Marlene Zinn de Oliveira e duas enteadas. Uma delas, Fátima Regina Zinn, de 49 anos, comentou à reportagem que Eugênio estava se tratando de um problema cardíaco, era diabético e também tomava remédios controlados. “Há dois meses ele esteve mal, após uma crise do problema de coração.”

Eugênio Nunes de Oliveira era aposentado e faria 81 anos em agosto

Segundo ela, uma vizinha, que é enfermeira, prestou os primeiros socorros. Eugênio faria 81 anos em agosto e era aposentado, após trabalhar em fumageiras. Possuía parentes no Mato Grosso e morava há 20 anos na Travessa Ibarama.

Quis o destino que seu Eugênio morresse dentro de uma das suas principais paixões, seu Chevette “tubarão” vermelho. De acordo com o genro Adilson Machado, apesar do apreço por jogar sinuca, sua adoração mesmo era pelo veículo. “Chegaram a oferecer mais de R$ 10 mil pelo Chevette, mas ele não vendeu o automóvel. Ele dizia que não queria um carro novo, que nesse ele sabia mexer”, comentou Adilson. Outra de suas paixões era o bisneto, de 3 anos. “Ele não desgrudava do guri”, complementou o genro. Eugênio subiu o Corredor Zanette para ir até uma borracharia, buscar um pneu para o seu carro.

Quem também sentiu a morte de Eugênio foi o vizinho, Catarina Cavanhol, que chamava ele de Chico. “Eu tenho um Monza, e ontem (quinta-feira) ele estava na minha casa conversando sobre os carros antigos, que era o que ele gostava. Disse que o Chevette dele tinha completado 23 anos no dia 24 de abril”, lembrou Cavanhol.

O corpo de Eugênio Nunes de Oliveira foi sepultado no fim da tarde deste sábado, 30, no Cemitério Santo Antônio.

Fonte portal Gaz

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